sexta-feira, 7 de maio de 2010

True Blood - Mini-episódios 1 e 2

Os dois primeiros mini-episódios de True Blood.
Só o #1 está legendado.







Eu gostei dos dois episódios, mas gostei bem mais do #2. O primeiro é engraçadinho, tem o Eric, mas não lá aqueeela coisa. Agora o segundo rulou, aliás, a Jessica rula, amo ela *-*.


Quando sair o #3, eu posto aqui pra vocês.

24 Horas - 8x19 e 8x20

Oi gente. Faz dias que não escrevo aqui, principalmente sobre 24 Horas. Na verdade acho que é tudo culpa da preguiça, mas tudo bem. Hoje vou comentar os dois últimos episódios de uma vez só, até porque não lembro muitos detalhes dos episódios haha. Vamos la:


(SPOILERS ABAIXO)



Gente de Deus, que coisa maravilhosa ta essa segunda metade da temporada. Sério, um episódio melhor que o outro, tenho ficado tão tensa assistindo. Tem cenas que quase me fazem pular da cadeira e entrar dentro do monitor haha.

Primeiramente, presidente Taylor ta cada vez me decepcionando mais, como assim toda aquela confiança no Logan? E meu, o Ethan pediu demissão por causa dessas atitudes dela, e ela nem aí. Que vergonha, madam president.
Logan está cada vez mais persuasivo, e eu raxo de rir das caretas dele. Gregory Itzin está melhor do que nunca no papel. Adoro odiar o Logan.

Cara, e a Chloe armando pra pegar o Jack? Poxa, fiquei triste. Tanto que quando eu percebi que o Jack tava por dentro de tudo, eu gritei um "chupa Chloe" hahahhaa. Juro, nunca pensei que ia torcer contra ela, mas armar contra o Jack NÃO DA! E já disse e repito, o cara é esperto demais. O Cole por um momento me irritou, quando ele ficou todo nervosinho e disse que não queria fazer parte das artimanhas do Jack, e o empurrou no chão. Tem medo do perigo não, Cole?

Bom, a operação pra pegar a Dana foi bem tensa e boa de acompanhar. E ela provou que é uma verdadeira bitch, explodiu tudo la e fugiu com a prova. Mas o Jack é o melhor, conseguiu se livrar dos seguranças do banco, alcançar a Dana e fazer o que alguém já devia ter feito há muito tempo: MATAR AQUELA VAGABUNDA!
Juro que lembrei do Jack matando a Nina, mas foi empolgante do mesmo jeito. Um, dois tiros. Dei uma risadona na hora que ela morreu hahahaha.

Agora o Jack vai pegar a evidência contra os russos e vai fazer justiça pela morte da Renee, vai matar um por um, e eu vou vibrar a cada minuto. Se alguém ficar no caminho dele...Um abraço hahahhaa.

Vejam só a promo super-hiper-mega empolgante do próximo episódio:



"Go to hell."
"You first."

Obrigada por essas frases épicas. Love you, Jack!

Não creio que ta acabando, vou chorar.

Mas é isso aí, amiguinhos. Prometo não enrolar mais com os comentários. É que eu ando tensa, final de Lost em um dia, final de 24 no outro. Socorro.

10 beijos pra vocês!

Lost ep 13

Tensão é algo que existe em praticamente qualquer episódio de lost, porém nesse a coisa foi elevada a outro nível. Ao assistir "The Candidate" eu parecia aquela menina que filmou sua própria reação ao assistir o trailer de Eclipse. Eu levei vários sustor e, quando o Sawyer deixou de defender o grupo de medo que atirassem na Kate eu gritei "Atira! Atira". Enfim, tanta coisa aconteceu nesse episódio que após ter me deixado levar pelas emoções eu parei pra pensar e surgiram 1000 perguntas na minha cabeça.

1 - Se o Sayid tinha virado zumbi, porque ele virou herói de uma hora pra outra? Só por redenção mesmo?

2- Como que o Widmore estaria protegendo eles ao prendê-los na jaula? Fail total.

3- Porque Sun e Jin conversavam em inglês o episódio inteiro? Fazia parte do pacote "venha para a ilha de lost e aprenda inglês perfeitamente" que o Jin havia comprad0?

4 - O que é essa maldita infecção que a Claire e o Sayid têm?

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Saíram 3 sneak peaks do próximo episódio e um deles me deixou bem animado:


Será que finalmente saberemos a história de Jacobxhomemdepreto?

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Glee 1 x 16



Glee tem o poder de entreter, divertir, nos fazer rir e, como prova esse episódio, nos emocionar. Se "The power of Madonna" foi apenas para nos fazer divertir a beça esse veio pra dar uma continuidade maior à trama assim como fazer um resgate dos excluídos. Se Lea Michele sempre foi o destaque da turma teen, com uma ótima caracterização como a chata Rachel, a minha favorita nos números musicais sempre fora Amber Riley (I busted the window of your car é até hoje um dos meus números preferidos). Nao só pela voz, mas a atitude dela quando canta é incrível e, como prova esse episódio, não é só cantando que ela é excelente, pois provou ser ótima atriz em diferentes níveis, trazendo uma densidade maior à personagem. Chris Colfer também é outro grande destaque. Que carisma! Impossível não gostar dele.




Enfim, nesse episódio Kurt faz com que seu pai conheça a mãe de Finn, o que faz com que os dois comecem um relacionamento e lhe dá a oportunidade de se aproximar Finn. Isso acaba tomando uma dimensão que não lhe agrada nem um pouco. Primeiro, seu pai e a mãe de Finn decidem morar juntos e segundo seu pai acaba desenvolvendo uma relação bem próxima com Finn, visto que têm muitos assuntos em comuns. Imagina a dor do Kurt, nunca teve um relacionamento próximo com seu pai e de repente vê ele tendo muito mais em comum com alguém que ele acabara de conhecer.


Paralelamente, Mercedez, que acabou de se unir às cheerleaders recebe um ultimato de Sue. Ou perde 5 quilos ou está fora do grupo. Isso faz com que ela comece a correr atrás de medidas drásticas para emagrecer e de alguém que antes aceitava como era ela se transforma em uma pessoa obececada pela aparência.


No final, é claro, todos cantam beautiful juntos e dão aquela lição que você deve se aceitar da maneira que é. Emocionante.


Agora a pergunta que não quer calar. O Finn e o Kurt vão mesmo morar juntos? Suspenseeeee.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

House - 6x17

Oi gentchy. Faz tempo que não escrevo sobre House né? Pois é, enrolei um monte pra assistir o episódio 6x17, mas quandi vi, valeu a pena. Fico emocionada quando no meio de temporadas bem mais ou menos, aparecem episódios bons como esse. Vamos aos comentários (spoilers abaixo):



Bom, a história básica do episódio é a seguinte: um bebê some dentro do hospital, e a Cuddy manda fechar todas as portas e todo mundo fica preso onde está, e aí vem as coisas interessantes do episódio.

House acaba entrando em um quarto de um paciente totalmente aleatório, que está para morrer. A conversa do dois é maravilhosa, palmas para o roteirista. Que diálogo legal. Cara, Hugh Laurie faz minha vida feliz. E o outro ator (que infelizmente não sei quem é, e estou com um pouco de preguiça de procurar) também é ótimo.

Cuddy fica na busca pelo bebê e junto com os pais, e participa da parte sem graça do episódio haha.

Outra parte ótima é o Wilson e a Thirteen na cantina jogando verdade ou desafio. Ri demais, sério. Ainda mais na parte que ela desafiou ele a roubar 1 dólar do caixa. Muito engraçado. Amo demais o Wilson. Ah, e ele contou que ta de rolo com a ex dele, e ela incentivou ele a chamar ela pra jantar haha, bem fofo.

Agora, a parte mais engraçada foi o Taub e o Foreman presos no meio dos arquivos. Eles fuçando a ficha do House e era tudo fake, ri demais. Mas o melhor foi quando eles resolveram tomar vicodin para saber como é ser House. Eles bem chapadões, foi hilário.

Hum, teve a participação da Cameron, de quem eu estava morrendo de saudades, e esperava mais. Sério mesmo que ela só voltou pra fazer uma DR com o Chase? Foi bonitinho e tal, mas eu esperava mais. BTW, Chase ta gato hein? Uiui.

Ah, no fim acharam o bebê e tal, uma enfermeira tava tendo umas crises de epilepsia e escondeu a criança. A parte principal do episódio, que foi a história da criança, foi em graça, o resto foi ótimo.

Lembrando que o Hugh Laurie dirigiu esse episódio. Palmas e mais palmas pra ele!

Episódios assim, me fazem lembrar o porque de House ser uma das minhas séries favoritas.

Acho que é isso, hoje a noite tem mais um episódio de House, mas eu ainda tenho o 6x18 pra assistir. Aos poucos vou assistindo e postando.

10 beijos pra vocês!

domingo, 25 de abril de 2010

O (muito provável) triste fim de Lost



Olá queridos leitores.

Primeiro, peço desculpas pela falta de atualizações da minha parte, estou estudando muito pra concursos e quase não sobra tempo pra nada.

Também peço desculpas adiantadas ao Zé por essa postagem pois falarei um pouco mal sobre a série preferida dele (e que também já foi a minha).

Em tempo, hoje li uma reportagem na Folha Online, que consiste em uma crítica escrita pelo roteirista do seriado brasileiro 9MM -que nunca assisti, porém, gostei da exposição de idéias dele-, a qual transcrevo a seguir:

""Lost" é uma das melhores e uma das piores séries que já acompanhei.

Ao final da terceira temporada, quando Jack revela a fragilidade que havia por trás do salvador, à espera de um acidente que desse sentido a sua vida, concluí que estava diante de uma experiência audiovisual marcante.

"Lost" para mim, nessa época, estava no nível de Shakespeare.

OK, o entusiasmo me levou ao exagero. Mas, de qualquer forma, aquela ilha habitada por seres cindidos, ambivalentes, capazes de navegar da glória à miséria em um episódio, foi um mergulho trágico que poucas vezes o audiovisual conseguiu alcançar.

Eram tempos em que, quando um episódio acabava, era impossível não emendar no outro. E assim lá se iam as madrugadas. E os dias.

"Lost" inovou também no formato e na construção de um universo transmidiático. Foi a série que mais bem trabalhou com a convergência de mídias. Os mistérios da série compõem um jogo de adivinhação que é mais bem desvendado quando você acessa outras mídias, lê revistas, se inteira do universo como um todo. Até intervenções físicas foram usadas, como quando os produtores da série fizeram uma intervenção teatral numa feira de história em quadrinhos.

Isso tudo deu a "Lost" o status de realidade. Há quem ainda pense que atuar em várias plataformas é apenas uma questão de "modelo de negócios". Ou seja, é bom para vender subprodutos.

É evidente que isso é importante, mas é muito mais do que isso. Atuar de forma transmidiática (seja em cinema, seja em televisão) é hoje uma necessidade dramática. É a presença da série em várias mídias que dá ao público a "impressão de realidade".

É claro que o público sabe que aquilo é uma ficção. É evidente. Mas o público gosta de "brincar de realidade". "Lost" trabalhou com o princípio da "teoria da conspiração" e criou para o público um jogo de adivinhação que só para ser desvendado exigia participação em várias mídias.

É a melhor interatividade que a televisão pode despertar no público. Não é a interatividade óbvia de mudar o final. É a interatividade de achar pistas e desvendar segredos através de pesquisas de fãs. Foi assim que "Lost" conquistou uma legião de fiéis seguidores.

Mas, a partir da terceira temporada, assistir a "Lost" se tornou um tormento. Os fãs, já "viciados", se tornaram reféns. Um olho acompanha as desventuras de personagens e mais personagens que não param de entrar na série, o outro acompanha o relógio para ver se falta muito para terminar o capítulo.

"Lost" foi do Céu ao Inferno. O motivo principal, a meu ver, é que a série tentou estabelecer um pacto capcioso com o espectador. A partir de determinado ponto, o fã chegou à conclusão de que na ilha vale tudo. As regras do universo foram para o chapéu e perdemos a "impressão de realidade". Um vê mortos, outro conversa com eles, há viagens aleatórias no tempo, os que não eram parentes passaram a ser, o passado foi reescrito, cada personagem tem duas versões de si (Locke chegou a ter três).

Como os habitantes originais da ilha não foram suficientes para dar continuidade à paranoia dos ganchos impactantes, em cada capítulo entra mais gente. Há os Outros, os outros dos Outros, o avião que chega, o navio que chega, o submarino que sai, mortes e ressurreições. O clima de mistério se dissolveu e tudo virou uma comédia farsesca. O mais perdido na ilha de "Lost" é o espectador.

Uma questão dramática funciona quando uma pergunta é colocada e gera ansiedade no público, que mais tarde é compensado e logo ganha novas questões dramáticas. "Lost" passa pela angústia sem a satisfação. Chega um ponto em que é impossível perceber as respostas porque já nem lembramos das perguntas.

Não sei como vai terminar, mas intuo que qualquer final será menor do que a expectativa. Os roteiristas criaram uma armadilha para si mesmos. No ponto em que estou (atenção, *spoiler*! Quem não quiser saber, pare por aqui) soa como uma releitura de Jó, com um pacto entre Deus e o Diabo para decidir quem são os escolhidos. Os candidatos são os que estavam na primeira temporada; Deus e o Diabo surgiram recentemente. O que nos leva a concluir que os personagens eram marionetes de forças que nem existiam. E o espectador era marionete dos criadores.

Imagino um final em que todos os personagens dão de cara com a grande demiurga, que atende pelo nome místico de Janete Clair e, com ar de decepção, decide que a melhor saída é explodir a ilha e começar tudo de novo.

Acredito que quem não viu "Lost" deixou de viver uma experiência marcante. E justamente por isso é triste ver um objeto de admiração terminar seus dias em um estado de decrepitude tão acentuado."

NEWTON CANNITO é autor da "A Televisão na Era Digital" e um dos criadores da série "9MM: São Paulo"


Acho perfeito o que ele expôs.

Até a terceira temporada, eu assistia à série com gosto. Era uma loucura ficar esperando dias e dias por novos episódios.

Lembro que depois de assistir "The Man Behind The Curtain" e "Flashes Before Your Eyes" eu pensei: "Estou diante da coisa mais brilhante que a televisão já criou".

Minha loucura foi tanta que, depois de uma entrevista dos roteiristas falando que muito da série foi tirada do livro "A Dança Da Morte" do Stephen King, me vi obrigado a comprá-lo e constatei que, assim como a série, ele é bom só até a metade (talvez essa seja a cópia).

Porém, a partir do péssimo finale da terceira temporada, as coisas começaram a ruir, e como o Newton coloca no texto, hoje, pelo menos eu, sou um mero refém da série. Assisto sempre no dia em que sai o release, porém sem aquela vontade louca de saber o que vai acontecer, e muitas vezes não vendo a hora de o episódio terminar para fazer coisas mais importantes.

Infelizmente, só continuo acompanhando Lost por saudosismo, pois, quando paro pra pensar nas alegrias e momentos "mind fuck" que ela me proporcionou, eu me animo pra continuar. Se eu fosse um espectador que começou a dar umas olhadas a partir da 4ª temporada, estaria longe da série há muito tempo. Só verei esses episódios restantes pra "ver no que vai dar".

Enfim, é isso, tem muitos filmes que estou louco pra comentar aqui, mas a falta de tempo não deixa. Mas já adianto que estou louco pelo Festival de Cannes desse ano, só de saber que teremos Godard, Manoel de Oliveira, Nikita Mikhalkov, Iñarritu, Lodge Kerrigan, Cristi Puiu e 2 brasileiros nas mostras paralelas, já me deixa bem animado.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Eu vejo o futuro, brotha.




Ri alto.
Retirado de: Porra, LOST!