quinta-feira, 29 de abril de 2010

Glee 1 x 16



Glee tem o poder de entreter, divertir, nos fazer rir e, como prova esse episódio, nos emocionar. Se "The power of Madonna" foi apenas para nos fazer divertir a beça esse veio pra dar uma continuidade maior à trama assim como fazer um resgate dos excluídos. Se Lea Michele sempre foi o destaque da turma teen, com uma ótima caracterização como a chata Rachel, a minha favorita nos números musicais sempre fora Amber Riley (I busted the window of your car é até hoje um dos meus números preferidos). Nao só pela voz, mas a atitude dela quando canta é incrível e, como prova esse episódio, não é só cantando que ela é excelente, pois provou ser ótima atriz em diferentes níveis, trazendo uma densidade maior à personagem. Chris Colfer também é outro grande destaque. Que carisma! Impossível não gostar dele.




Enfim, nesse episódio Kurt faz com que seu pai conheça a mãe de Finn, o que faz com que os dois comecem um relacionamento e lhe dá a oportunidade de se aproximar Finn. Isso acaba tomando uma dimensão que não lhe agrada nem um pouco. Primeiro, seu pai e a mãe de Finn decidem morar juntos e segundo seu pai acaba desenvolvendo uma relação bem próxima com Finn, visto que têm muitos assuntos em comuns. Imagina a dor do Kurt, nunca teve um relacionamento próximo com seu pai e de repente vê ele tendo muito mais em comum com alguém que ele acabara de conhecer.


Paralelamente, Mercedez, que acabou de se unir às cheerleaders recebe um ultimato de Sue. Ou perde 5 quilos ou está fora do grupo. Isso faz com que ela comece a correr atrás de medidas drásticas para emagrecer e de alguém que antes aceitava como era ela se transforma em uma pessoa obececada pela aparência.


No final, é claro, todos cantam beautiful juntos e dão aquela lição que você deve se aceitar da maneira que é. Emocionante.


Agora a pergunta que não quer calar. O Finn e o Kurt vão mesmo morar juntos? Suspenseeeee.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

House - 6x17

Oi gentchy. Faz tempo que não escrevo sobre House né? Pois é, enrolei um monte pra assistir o episódio 6x17, mas quandi vi, valeu a pena. Fico emocionada quando no meio de temporadas bem mais ou menos, aparecem episódios bons como esse. Vamos aos comentários (spoilers abaixo):



Bom, a história básica do episódio é a seguinte: um bebê some dentro do hospital, e a Cuddy manda fechar todas as portas e todo mundo fica preso onde está, e aí vem as coisas interessantes do episódio.

House acaba entrando em um quarto de um paciente totalmente aleatório, que está para morrer. A conversa do dois é maravilhosa, palmas para o roteirista. Que diálogo legal. Cara, Hugh Laurie faz minha vida feliz. E o outro ator (que infelizmente não sei quem é, e estou com um pouco de preguiça de procurar) também é ótimo.

Cuddy fica na busca pelo bebê e junto com os pais, e participa da parte sem graça do episódio haha.

Outra parte ótima é o Wilson e a Thirteen na cantina jogando verdade ou desafio. Ri demais, sério. Ainda mais na parte que ela desafiou ele a roubar 1 dólar do caixa. Muito engraçado. Amo demais o Wilson. Ah, e ele contou que ta de rolo com a ex dele, e ela incentivou ele a chamar ela pra jantar haha, bem fofo.

Agora, a parte mais engraçada foi o Taub e o Foreman presos no meio dos arquivos. Eles fuçando a ficha do House e era tudo fake, ri demais. Mas o melhor foi quando eles resolveram tomar vicodin para saber como é ser House. Eles bem chapadões, foi hilário.

Hum, teve a participação da Cameron, de quem eu estava morrendo de saudades, e esperava mais. Sério mesmo que ela só voltou pra fazer uma DR com o Chase? Foi bonitinho e tal, mas eu esperava mais. BTW, Chase ta gato hein? Uiui.

Ah, no fim acharam o bebê e tal, uma enfermeira tava tendo umas crises de epilepsia e escondeu a criança. A parte principal do episódio, que foi a história da criança, foi em graça, o resto foi ótimo.

Lembrando que o Hugh Laurie dirigiu esse episódio. Palmas e mais palmas pra ele!

Episódios assim, me fazem lembrar o porque de House ser uma das minhas séries favoritas.

Acho que é isso, hoje a noite tem mais um episódio de House, mas eu ainda tenho o 6x18 pra assistir. Aos poucos vou assistindo e postando.

10 beijos pra vocês!

domingo, 25 de abril de 2010

O (muito provável) triste fim de Lost



Olá queridos leitores.

Primeiro, peço desculpas pela falta de atualizações da minha parte, estou estudando muito pra concursos e quase não sobra tempo pra nada.

Também peço desculpas adiantadas ao Zé por essa postagem pois falarei um pouco mal sobre a série preferida dele (e que também já foi a minha).

Em tempo, hoje li uma reportagem na Folha Online, que consiste em uma crítica escrita pelo roteirista do seriado brasileiro 9MM -que nunca assisti, porém, gostei da exposição de idéias dele-, a qual transcrevo a seguir:

""Lost" é uma das melhores e uma das piores séries que já acompanhei.

Ao final da terceira temporada, quando Jack revela a fragilidade que havia por trás do salvador, à espera de um acidente que desse sentido a sua vida, concluí que estava diante de uma experiência audiovisual marcante.

"Lost" para mim, nessa época, estava no nível de Shakespeare.

OK, o entusiasmo me levou ao exagero. Mas, de qualquer forma, aquela ilha habitada por seres cindidos, ambivalentes, capazes de navegar da glória à miséria em um episódio, foi um mergulho trágico que poucas vezes o audiovisual conseguiu alcançar.

Eram tempos em que, quando um episódio acabava, era impossível não emendar no outro. E assim lá se iam as madrugadas. E os dias.

"Lost" inovou também no formato e na construção de um universo transmidiático. Foi a série que mais bem trabalhou com a convergência de mídias. Os mistérios da série compõem um jogo de adivinhação que é mais bem desvendado quando você acessa outras mídias, lê revistas, se inteira do universo como um todo. Até intervenções físicas foram usadas, como quando os produtores da série fizeram uma intervenção teatral numa feira de história em quadrinhos.

Isso tudo deu a "Lost" o status de realidade. Há quem ainda pense que atuar em várias plataformas é apenas uma questão de "modelo de negócios". Ou seja, é bom para vender subprodutos.

É evidente que isso é importante, mas é muito mais do que isso. Atuar de forma transmidiática (seja em cinema, seja em televisão) é hoje uma necessidade dramática. É a presença da série em várias mídias que dá ao público a "impressão de realidade".

É claro que o público sabe que aquilo é uma ficção. É evidente. Mas o público gosta de "brincar de realidade". "Lost" trabalhou com o princípio da "teoria da conspiração" e criou para o público um jogo de adivinhação que só para ser desvendado exigia participação em várias mídias.

É a melhor interatividade que a televisão pode despertar no público. Não é a interatividade óbvia de mudar o final. É a interatividade de achar pistas e desvendar segredos através de pesquisas de fãs. Foi assim que "Lost" conquistou uma legião de fiéis seguidores.

Mas, a partir da terceira temporada, assistir a "Lost" se tornou um tormento. Os fãs, já "viciados", se tornaram reféns. Um olho acompanha as desventuras de personagens e mais personagens que não param de entrar na série, o outro acompanha o relógio para ver se falta muito para terminar o capítulo.

"Lost" foi do Céu ao Inferno. O motivo principal, a meu ver, é que a série tentou estabelecer um pacto capcioso com o espectador. A partir de determinado ponto, o fã chegou à conclusão de que na ilha vale tudo. As regras do universo foram para o chapéu e perdemos a "impressão de realidade". Um vê mortos, outro conversa com eles, há viagens aleatórias no tempo, os que não eram parentes passaram a ser, o passado foi reescrito, cada personagem tem duas versões de si (Locke chegou a ter três).

Como os habitantes originais da ilha não foram suficientes para dar continuidade à paranoia dos ganchos impactantes, em cada capítulo entra mais gente. Há os Outros, os outros dos Outros, o avião que chega, o navio que chega, o submarino que sai, mortes e ressurreições. O clima de mistério se dissolveu e tudo virou uma comédia farsesca. O mais perdido na ilha de "Lost" é o espectador.

Uma questão dramática funciona quando uma pergunta é colocada e gera ansiedade no público, que mais tarde é compensado e logo ganha novas questões dramáticas. "Lost" passa pela angústia sem a satisfação. Chega um ponto em que é impossível perceber as respostas porque já nem lembramos das perguntas.

Não sei como vai terminar, mas intuo que qualquer final será menor do que a expectativa. Os roteiristas criaram uma armadilha para si mesmos. No ponto em que estou (atenção, *spoiler*! Quem não quiser saber, pare por aqui) soa como uma releitura de Jó, com um pacto entre Deus e o Diabo para decidir quem são os escolhidos. Os candidatos são os que estavam na primeira temporada; Deus e o Diabo surgiram recentemente. O que nos leva a concluir que os personagens eram marionetes de forças que nem existiam. E o espectador era marionete dos criadores.

Imagino um final em que todos os personagens dão de cara com a grande demiurga, que atende pelo nome místico de Janete Clair e, com ar de decepção, decide que a melhor saída é explodir a ilha e começar tudo de novo.

Acredito que quem não viu "Lost" deixou de viver uma experiência marcante. E justamente por isso é triste ver um objeto de admiração terminar seus dias em um estado de decrepitude tão acentuado."

NEWTON CANNITO é autor da "A Televisão na Era Digital" e um dos criadores da série "9MM: São Paulo"


Acho perfeito o que ele expôs.

Até a terceira temporada, eu assistia à série com gosto. Era uma loucura ficar esperando dias e dias por novos episódios.

Lembro que depois de assistir "The Man Behind The Curtain" e "Flashes Before Your Eyes" eu pensei: "Estou diante da coisa mais brilhante que a televisão já criou".

Minha loucura foi tanta que, depois de uma entrevista dos roteiristas falando que muito da série foi tirada do livro "A Dança Da Morte" do Stephen King, me vi obrigado a comprá-lo e constatei que, assim como a série, ele é bom só até a metade (talvez essa seja a cópia).

Porém, a partir do péssimo finale da terceira temporada, as coisas começaram a ruir, e como o Newton coloca no texto, hoje, pelo menos eu, sou um mero refém da série. Assisto sempre no dia em que sai o release, porém sem aquela vontade louca de saber o que vai acontecer, e muitas vezes não vendo a hora de o episódio terminar para fazer coisas mais importantes.

Infelizmente, só continuo acompanhando Lost por saudosismo, pois, quando paro pra pensar nas alegrias e momentos "mind fuck" que ela me proporcionou, eu me animo pra continuar. Se eu fosse um espectador que começou a dar umas olhadas a partir da 4ª temporada, estaria longe da série há muito tempo. Só verei esses episódios restantes pra "ver no que vai dar".

Enfim, é isso, tem muitos filmes que estou louco pra comentar aqui, mas a falta de tempo não deixa. Mas já adianto que estou louco pelo Festival de Cannes desse ano, só de saber que teremos Godard, Manoel de Oliveira, Nikita Mikhalkov, Iñarritu, Lodge Kerrigan, Cristi Puiu e 2 brasileiros nas mostras paralelas, já me deixa bem animado.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Eu vejo o futuro, brotha.




Ri alto.
Retirado de: Porra, LOST!

24 Horas - 8x18

Oi amiguinhos. Desculpem a demora pra postar os comentários do episódio dessa semana de 24, é que eu estava realmente com muita preguiça, mas vamos lá. (SPOILERS ABAIXO)



Então gente, eu ainda não me conformei com a morte da Renee, eu sei que precisava de uma tragédia pra desencadear esse lado dark do Jack, mas mesmo assim, me cortou o coração ele lá olhando pro corpo dela. Eu acho que ele merecia pelo menos mais umas horinhas de felicidades, mas ok, vamos seguir em frente.
Até porque agora eu quero vingança, ou como disse o Jack, justiça.

Mas a coisa não está muito boa pro Jack, pela primeira vez ele vai ter que enfrentar tudo sozinho. Porque ele sempre teve alguém pra o apoiar, já foi o Tony, a Michelle, Audrey, na maioria das vezes a Chloe e nosso amado, idolatrado, Presidente Palmer. E já que falei dele, bateu muita saudade dele nesse episódio, porque a Presidente Taylor me decepcionou demais.
Como assim ela vai confiar no vagabundo do Logan e vai simplesmente acobertar o envolvimento russo na morte do Presidente Hassan? Assim não da né, madam president. Nem parece a mulher que colocou a própria filha atrás das grades. Tudo bem que ela quer esse acordo de paz e tal, mas mesmo assim. Na verdade, eu acho que ela ta querendo levantar o ego dela, tipo "a pessoa que conseguiu estabelecer paz entre os países, bla bla bla". E como assim ela quer isolar o Jack pra ele não se meter no meio da história? Poxa, a Renee morreu, ele tem todo o direito de se envolver nessa confusão. E era tão óbvio que ele ia render todo mundo, tomar o helicóptero e fugir dali. Esse povo é tão bobinho, até parece que não conhecem Jack Bauer. Mas triste é ver a Chloe indo contra ele, por que agora ela é a porcaria da chefe da CTU. Espero que ela, em algum momento, ajude o Jack, porque ele sozinho vai ser difícil.

Agora vamos a melhor cena do episódio, da temporada, e uma das melhores cenas da série EVER.

Jack indo interrogar a vaca da Dana, e quando ela sabe da morte da Renee, fala, com aquela cara de cínica:
"I'm sorry, Jack."

Jack, puto da vida, responde:
"You sorry? YOU SORRY?!"

Jack pega a cabeça de Dana, bate na mesa, e da três tapas históricos na cara dela.
Eu sou completamente contra a violência contra a mulher, mas sério, eu ri MUITO. Foi demais!
Ela estava merecendo uns tapas faz tempo, e eu fiquei feliz que tenha sido o Jack que tenha feito isso.

Ah, uma coisa: como o Logan sabia tanto do envolvimento russo? E o desespero dele, quando soube que o Jack tava metido no meio da história?
Já disse e repito, ainda to com meu pé atrás com ele.


Bom, acho que é isso.
Só mais 6 episódios, acho que vou chorar.

Abaixo a ótima promo do próximo episódio:




Até a próxima =*

Enquanto True Blood não volta...

Um post aleatório só pra matar as saudades do meu, o seu, o NOSSO vampiro Eric.



Aiai, volta logo, True Blood.


(Peço perdão aos homens que frequentam esse blog e ao Rodrigo, colaborador sumido haha)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Glee 15






Finalmente chegou o episódio em homenagem à Madonna. E depois de tanta espera e expectativa eis que eu não me decepcionei nem um pouquinho, foi quase como se eu tivesse sido "touched for the very first time". Tudo que eu penso sobre a Madonna estava ali, portanto não se tratou de uma homenagem somente à rainha, mas também aos seus fãs.





Então acontece o seguinte: as garotas estavam com a auto-estima muito baixa e vinham reclamando da forma que estavam sendo tratadas pelos garotos da escola. Will então resolve essa questão invocando a mulher mais poderosa do mundo pra fazê-las sentirem-se bem consigo mesmas. E não só isso, os garotos também são tocados pela força feminina (feminista) da Madonna. Ah e Sue Sylvester simplesmente idolatra ela. "Madonna, the most powerful woman to ever walk on this earth" ela diz. Eu não discordo.


Daí em diante é só alegria. Os números musicais ficaram ótimos (eu assisti o episódio pulando na poltrona praticamente) e funcionaram super bem com o roteiro, ligando as letras da música e as performances ao enredo. Meu conselho é: Se você assiste glee aproveite para conhecer um pouco do trabalho da rainha do pop. Open your heart e tenho certeza que se sentirão The Power of Madonna também.